sábado, 28 de março de 2009

DE COBRANÇAS.

Muita gente - mais do que imaginava, menos do que gostaria - me cobra por eu não estar na internê(se estou fashion, falo assim, okey?). Tenho certeza de que alguns gostariam de ver testado por mim mesma o meu fascínio pelas letras. E que isso trouxesse resultados positivos, no mínino, para o meu ego. Outros, idem, mas para ver os resultados negativos, ao máximo, para o meu ego.

Como disse no primeiro(quando eu aprender a incluir links, colocarei aqui o link para o primeiro post) nunca me faltou coragem. Nem tempo. Mas agora que decidi ter, não faz o menor sentido saber o quê faltava pra eu começar um diário virtual, e mesmo assim ainda não resolvi qual a cara que quero dar `as minhas inconfidências. Sequer se quero enquadrá-las em alguma característica.

Escrevo estas linhas acima como uma deferência e um agradecimento antecipado aos que me encontrarem por acaso, ou que tiverem a curiosidade de me procurar através de links, por onde passo, onde comento, onde deixo minhas digitais virtuais. Quem as segue, bem...ponto pra esses. São mais interessados, pra não dizer mais espertos, do que os que nem percebem o rastro. E deixar rastro, também pode fazer parte da estratégia.

Em breve eu darei vida a isso aqui. Vida como eu gosto de viver: celebrar, brigar, refletir. Defender, pensar, acusar. Desabafar, ouvir, calar. Sentir, brincar, respeitar. Rir, concentrar, chorar. Enfim, vida. Intensa, sutil. Venenosa, sedutora. Tudo o que sou, o que já fui e o que um dia, talvez, serei. Ou voltarei a ser.

Enquanto esse "em breve" não chega, todo dia colocarei umas linhas novas em novos posts, aparentemente sem significado. Extraiam o que quiserem, pois se existe uma coisa que eu defendo, prezo e busco, é a liberdade. Pensem o que quiserem sobre o que escrevo. Ou, não.

Um brinde ao veneno e ao veludo. Não tenham medo de provar, caso a oportunidade lhes bata `a porta, um pouco de ambos. São essenciais pra se viver com paixão. (Brinde que levanto, neste momento, com um tempranillo espanhol, children, 2001.)

Cheers!

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