segunda-feira, 13 de abril de 2009

FIM DE TARDE

Nada mudou, só o céu na minha janela. Mais bonito, mais do meu gosto. Um crepúsculo, que nem meus pensamentos, nem tantas cores, nem muitos brilhos, mas mesmo assim intensos, marcantes, profundos.

A noite, quando chegar, tampouco trará mudanças. Ao menos traz sons e silêncios que conheço, comungo e interajo. Pois na noite sou só eu e mim mesma, e nela eu me acho.

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