quinta-feira, 21 de maio de 2009

PENSAR PARA PERMITIR A DOR


" Não é que possa viver. É que quero. Eu quero. A velha carne, ao fim, por velha que seja. Porque se a memoria existe fora da carne, não será memoria porque não saberá de que se lembra, e, assim, quando ela deixou de ser, metade da memoria deixou de ser, e, se eu deixasse de ser, toda a recordação deixaria de ser. Sim, penso. Entre a dor e o nada, escolho a dor."
(William Faulkner)

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