segunda-feira, 1 de junho de 2009

ANGÚSTIA


Numa manhã profundamente angustiante, desde a madrugada as notícias do desaparecimento do AB 330 da Air France castigam a mente e a alma. Em qualquer caso como esse, a comoção é geral e inevitável.

Muito triste, chocante e perturbador. Fico pensando na agonia dos familiares de 228 ocupantes do avião, porque enquanto não se tem notícias oficiais e a certeza do que aconteceu (não do acidente, o que é óbvio a essa altura, mas dos detalhes em si da tragédia) é a pior fase: a espera, um mínimo naturalmente compreensível e humano que as pessoas sempre tem de esperança, o grito, o choro e a dor contidas, como que esperando autorização para finalmente eclodir.

Que todas as boas energias do universo possam, um dia, acalentar todos os envolvidos, amém.

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