sábado, 4 de dezembro de 2010

MAL ME QUER, BEM ME QUER


Falar de mãe é sempre aquela coisa meiga, fofa. Mãe é instituição santificada. Segundo o famoso dito popular, "mãe tem uma só", não é? 

Ufa, ainda bem!

Imagine, minha amiga, depois do almoço, você vai tirar aquela soneca e DUAS mães te acordam pra você lavar a louça? Imagine, meu amigo, DUAS mães te perguntando se você pegou um agasalho quando está saindo de casa com a sua namorada? 

Pois é. Como mãe é uma só e eu só tenho uma, fui buscá-la pra passar mais uma temporada comigo. Só que a minha mãe não é uma só, ela vale por duas. 

Desconfio que sofre de Transtorno de Múltipla Personalidade, vai saber... Uma, ela mesma, é ótima. A melhor pessoa desse mundo e de outros também. A outra, a que não é uma pessoa, é mesmo apenas a minha mãe, vai me enlouquecer todos os dias, em todos os momentos que estivermos juntas. Aliás, ela nasceu pra isso. Tem um talento ímpar pra me fazer pirar.

Mas quer saber? Ainda bem. Eu não trocaria tais momentos por nenhum outro sem ela.

(Se eu aparecer totalmente destemperada por aqui, já sabem: não tenho nada a ver com isso, a culpa é da dona Rosa).

5 comentários:

  1. Agora imaginem vocês, leitores do VV, minha situação... Aguento essa blogueira que vos escreve, minha mãe, e ainda a vovó Rosa. Qualquer dia enlouqueço ! Deve ser de família essa história de múltipla personalidade. Acho que de normal, só eu. E isso, foi irônico !

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  2. Doce ilusão. De perto, ninguém é normal...

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  3. Mãe normal é um ser monopolar.

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  4. Mari garante que (como mãe) eu sou monopolar. Mas a minha, não é. E a contagem é 3x0. Os três filhos dela acham a mesma coisa... hehehe.

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  5. E quando se tem filhos que se comportam como nosss mães????

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