sábado, 25 de dezembro de 2010

PENSAR NÃO DÓI...

... para levantar o troféu da vida.

"Apenas é digno da vida aquele que todos os dias parte para ela em combate." (Johann Goethe)
"Quem não tem medo da vida também não tem medo da morte." (Arthur Schopenhauer)
"A vida se contrai e se expande proporcionalmente à coragem do indivíduo." (Anaïs Nin)
"Devemos aprender durante toda a vida , sem imaginar que a sabedoria vem com a velhice." (Platão)
"A sabedoria com as coisas da vida não consiste, ao que me parece, em saber o que é preciso fazer, mas em saber o que é preciso fazer antes e o que fazer depois." (Léon Tolstoi)
"A vida bem preenchida torna-se longa." (Leonardo da Vinci)
O quê você pensa, espera, quer, faz.... (sobre; da; para) sua vida?

2 comentários:

  1. O Olavo de Carvalho pediu que se fizesse o próprio necrológio, imaginando o que eu queria que fosse dito no meu enterro; imaginar o que vão dizer de você na hora do seu enterro, revela o que você pretende alcançar para si mesmo como proposta de vida. Segue, então:

    "Aqui jaz o Professor Wanderley Dantas (sou eu, Velvet), um homem coerente e simples.
    Após anos de desperdício numa vida dedicada às tolices da chamada esquerda cristã, descobriu-se acuado pelo monstro da intolerância do partido ao qual servira e entregara toda a sua juventude. Todavia, despertado do sono dos imbecis, eis que compreende, pela primeira vez, o fosso entre o discurso cristão e a prática marxista. Arrancado dessa escuridão, conseguiu reler e reinterpretar o caminho e o passo à luz das Sagradas Escrituras. Desde então, caros amigos, vemos um homem que se distinguiu pela coragem de optar pela simplicidade do Evangelho: a simplicidade na adoração ao Deus a quem serviu; a simplicidade nas palavras que pronunciou e ensinou; a simplicidade na educação que entregou às suas filhas; a simplicidade que marcou as décadas vividas ao lado de sua esposa.
    Aqui jaz um homem que labutou pela coerência entre a ortodoxia e a ortopraxia, a coerência daqueles que se sabem simples, porque pequenos diante do Observador Onisciente. As obras? O seu caráter cristão e a sua luta para ser o que muitos neste mundo tenebroso já desistiram de ser: ser o que de si se revela na presença do Outro. Enfim, um filósofo que se descobriu amante da sabedoria, não por acumular um vaidoso cabedal de cultura, mas, ainda que culto, um sábio que tornou pública a sua filosofia pela expressão de sua própria vida".

    Que tal? Olhando para minha morte, eu posso responder o que espero para minha vida.

    Abraços sempre afetuosos.

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  2. Nossa... isso é uma... confissão! E uma lição!!

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