sábado, 15 de janeiro de 2011

E NÓS PENSAMOS...

...porque pensar não dói. Dói mesmo é não ver a luz no fim do túnel.



Se José Serra tivesse vencido as eleições, a oposição petista estaria imputando-lhe todas conseqüências das tragédias chuvosas no Brasil. Por que nenhum pretenso líder da oposição não comparece ao local das tragédias no RJ para dar apoio e prestar solidariedade às vítimas?

Modus operandi do político brasileiro não deve contemplar o medo do ridículo. A massa ignara não tem sofisticação mental para distinguir o demagógico do democrático, o aproveitador do benfeitor, o público do privado. Portanto, o político de oposição, diante das catástrofes, deve dobrar os punhos de renda, botar o pé na lama e a boca no trombone. (BSchopenhauer)

Pessoas morrem e políticos sem pudor de serem ridículos, mantém as aparências. De fato, qual medida emergencial a favor das vítimas, exceto liberar bolsa-família, foi anunciada? Ah, sim, Wally Cabral anunciou luto oficial de 7 dias!

O Expirado, mestre inspirador de Wally Cabral, é prova viva de que o "M.O. do político brasileiro não contemplar o medo do ridículo." Houve ao menos uma fala dele, durante os oito anos em que desgovernou, que não tenha sido ridícula? Assim sendo, só queríamos que os nossos representantes, aqueles em quem votamos (não os que foram eleitos pela máquina governista) estivessem lá, cumprindo bem o papel que as urnas lhes concederam: o sagrado direito de fazer oposição. Governo e oposição são partes do mesmo jogo democrático. Ambos fazem parte do estado. (Velvet)

Sem comentários:

Enviar um comentário