quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

NÃO É UM BOM DIA, ESTADO


Estado inoperante, apesar de custar, a nós, "impostuintes", muito caro. Sai ano, entra ano, a tragédia das vidas perdidas por desastres causados pelas chuvas se repetem, em vários estados. Na Região Serrana do Rio de Janeiro, o número de mortos, agora pela manhã, já chega a 335. 


Estado sem investimentos em infra-estrutura, cujo anão parasita que o governa aplica, no ano de 2010, apenas 10% dos recursos reservados às ações de defesa civil nestepaiz. E do programa de Prevenção e Preparação para Enchentes, o desgoverno II aplicou apenas 39% do valor total de R$ 425 milhões. Estado de calamidade. Estado de tristeza. Resta-nos suplicar aos poderes celestiais. Porque ao estado, não. Ao(s) governo(s), menos ainda.

Ao estado, nenhum bom dia. Aos que sobrevivem tendo perdidos os seus nessas tragédias, meus respeitos.


Meu Deus, eu pedi para o sol se esconder um tiquinho 
Pedi pra chover, pra chover de mansinho 
Pra ver se nascia uma planta no chão 
Meu Deus, se eu não rezei direito o Senhor me perdoa 
E eu acho que a culpa foi 
Deste pobre que nem sabe fazer uma oração
(Súplica Cearense, de Gordurinha e Nelinho)


(Foto: Portal R7)

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