quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

O CRUCIFIXO E O DUPLIPENSAMENTO DO MODERNO PRÍNCIPE




Durante a campanha eleitoral, evidenciou-se a novilíngua do moderno príncipe, acerca da "religiosidade" da candidata. Durante a campanha, os pseudocristãos, pelo duplipensamento, internalizaram a religiosidade e a não religiosidade da então candidata. Assim, durante a campanha eleitoral, para aos pseudocristãos, sobre a religiosidade da candidata, valeu a máxima: "me engana que eu gosto".

Nazismo, comunismo, fascismo não promovem o estado laico, mas a entronização do estado como um deus, sujeito de adoração religiosa.

É direito da presidente não se conduzir conforme os dogmas da Igreja Católica.

É direito da Igreja Católica não ter os seus símbolos apropriados pelo estado e por quem o represente. A Igreja Católica deve promover a retirada do crucifixo de todos dos prédios públicos, onde é profanado ordinariamente.

É dever de todo cristão, também nas coisas do mundo, fazer suas escolhas conscientemente.


(Leia aqui: DESTOTALITARISMO TOTAL - Duplipensar e o discurso de posse)
(Imagem surrupiada do Coturno Noturno)

1 comentário:

  1. Joirge atacardiac12/10/11, 15:03

    A base moral e do direito é cristã, o calendário é cristão e quando o bicho aperta é um Deus nos acuda.
    A cruz é muito mais que um símbolo religioso é o símbolo de uma civilização.
    Se para uns Jesus foi um Deus, para todos ele foi a base moral, o caminho a seguir.
    Estado laico para mim é algo sem sentido. Quanto mais ético mais cristão ele se torna. Ético e Cristão são sinônimos na minha cabeça.

    ResponderEliminar