quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

O CUSTO DO DESGOVERNO - E NÓS PENSAMOS...

...mais de mil pessoas, entre mortos e desaparecidos. A tragédia já arrefeceu: quem fala, quem se lembra, quem cobra?




Para não correr o risco de errar, o desgoverno não governa. Para não correr o risco de ser apontado como um governo que só desgoverna, ele gastará, à custa do impostuinte, R$ 622,8 milhões em propaganda. É o desgoverno da ausência da presidente e da presença de notícia do nada.

Eximindo-se de qualquer parcela de culpa quando, por ausência do estado, inoperância, incompetência e desinteresse do desgoverno em governar, acontecem tragédias que custam vidas humanas, como a que assola a região serrana do Rio de Janeiro, os desgovernos sempre podem culpar a natureza, os índices pluviométricos, o próprio povo. E a última moda: culpar o Judiciário e o Ministério Público. Com as bênçãos da imprensa, em estado de graça pela fartura de verbas publicitárias. (Velvet)

Os governos não cumprem seus deveres e, depois, jogam a culpa pela tragédia no Judiciário e no Ministério Público. Por acaso, o Judiciário e o MP impedem os governos de trabalharem? Por acaso, o Judiciário e o MP impedem os governos de fazerem políticas de saneamento e habitação? São o Judiciário e o MP que aparelham os órgãos públicos executivos de incompetentes e ímprobos?

O Brasil paga o preço tanto pela guerra e quanto pela paz entre os aliados que sustentam o desgoverno. Afinal, o Congresso Nacional tem alguma preocupação e vai se ocupar de investigar as causas e feitos da tragédia no Rio de Janeiro? (Bschopenhauer)


Leia aqui: Friburgo desobedeceu Justiça em áreas de risco antes da chuva, diz MP)

1 comentário:

  1. Quanto desses 622 milhões, terá o governo usado, efetivamente, para proteger o povo?

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