quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

CARTILHAS PORNOEDUCATIVAS


O que distingue educação sexual de treinamento sexual?

Estepaiz vive tangido pela ditadura sub-reptícia do “pensamento” politicamente correto. O estado, a sociedade e os indivíduos internalizam de tal forma as idéias e as práticas dessa ditadura, que já não se logra vislumbrar outra realidade possível.

Destarte, fosse outra a realidade, liberta dessa ditadura sub-reptícia, haveria uma indignação e, mais que isso, uma irrefreável atuação dos indivíduos e da sociedade contra as cartilhas ideológicas que contaminam a educação de crianças, adolescentes e jovens brasileiros.

Exemplo característico destes tempos fétidos observa-se na cartilha pornoeducativa imposta pelo governo destepaiz aos infantes que freqüentam a escola fundamental, à revelia e, sobretudo, em evidente confronto com os desígnios e os valores familiares.

Em que estado e sociedade democráticos o governo se arvora legitimado e capacitado a ministrar pornoeducação para infantes? Em nenhum! Isso cabe somente nestepaiz, tomado de assalto pela mencionada ditadura do “pensamento” politicamente correto.

7 comentários:

  1. marcia190702/02/11, 16:50

    esta cartilha é um absurdo elevado a décima potência.
    parece q um grupo de sp entrará na justiça.
    agora o que realmente assusta é a desfaçatez destes grupos que vão, sem que ninguém os impeça, atropelando tudo

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  2. Eu li a íntegra da cartilha. É um manual de iniciação de prática sexual, sim.

    O termo "pornoeducacional" é perfeito. Não se trata de educação sexual. É pornografia infantil e arrisco a dizer que quem escreve algo assim deve sofrer de sério desvio de conduta.

    É doentio.

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  3. Morena Flor02/02/11, 20:24

    HUmmm...

    Então q isto seja um aviso aos pais e q estes tomem vergonha na cara(ou melhor, TIREM a vergonha DA cara) e conversem com seus filhos mais abertamente, para q o Estado não "tenha" q fazer esse papel. Afinal de contas, "quem pariu Mateus, q balance", não é mesmo?

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  4. O problema, Morena Flor, é tão somente este: o estado não "tem" que fazer esse papel. Não cabe ao estado desrespeitar o direito individual de um pai ou mãe, de querer - ou não - falar sobre o que quer que seja, com seus filhos.

    Aceitar que o estado faça sob o pretexto de as famílias não fazerem é a aceitar a tutela de um estado que, acima de tudo, é incompetente e imoral.

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  5. Quando ouvi o discurso do maldonado no plenario da Câmara, fiquei chocado. Depois dos debaes que vêm acontecendo no twitter fui me informar com mais detalhes. Você colocaou de forma definitiva: cartilha Porno-Educativa. Link já prás Dicas de Tupã.

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  6. Jorge Atakardiac02/02/11, 21:41

    Qual é mesmo a base moral de um estado laico? Não entendo bem isso. A minha civilização é a da Cruz.

    Sendo de criança que se torce o pepino agradeço a Deus termos podido estudar em colégios católicos.

    A Igreja podia expandir um pouco mais e quem sabe, com mais valores morais mudamos um pouco a cara de uma sociedade que parece bem perdida em questões básicas.

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  7. Concordo que não é papel do estado imiscuir-se nesse tipo de assunto. O chamado interesse público tornou-se uma locução legitimadora de ingerência indevida do pensamento estatal dominante sobre o particular.
    E o Estado tem o condão de corromper visceralmente aonde ele toque por muito tempo. É a lenda de Midas ao reverso.

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