sexta-feira, 25 de março de 2011

SEXTA-FEIRA, UM ESTADO...


De confusão. Coisas demais que compreendo de menos. 

1.Desde que o objetivo final seja pela apuração da verdade e punição dos culpados, onde reside o mal na conversa sigilosa entre Roberto Gurgel, procurador-geral da República e o sujeito Durval, o delator dos esquemas de corrupção no DF, que envolvem, de mamando a caducando, políticos de todas as cores partidárias?

2.A expectativa popular em ter uma lei que corrija a falta de interesse do próprio eleitor em conhecer a vida dos políticos e, com isso, devolva o voto do eleitor que fingiu não ver para depois se dizer enganado, pode ignorar o que prevê a lei maior, a Constituição? E podem, esses eleitores que querem o voto de volta, apontar o dedo de suas próprias omissões para o STF, como sendo, agora, o culpado de todos os seus sortilégios?

3.No dia da queda da presidente da Caixa Econômica Federal, supostamente motivada por, no mínimo, negligência na fraude do Banco Panamericano (mas que na verdade, ganha uma promoção, ao ir para o BIRD) assume a diretoria de loterias do órgão o "probo" peemedebista Geddel Vieira Lima. Como disse Eduardo Graeff, cargo ganho não por loteamento, mas pelo "currículo" da pessoa. Também não compreendo o que é feito com o dinheiro captado pelos jogos e como é a prestação de contas...

4. Ministro da Justiça (mesmo sendo esse o porquinho José Eduardo Cardozo, o que, por si só, já diz muita coisa) soltar, assim como quem conta o que comeu no café da manhã, que os governos estão fazendo acordos tácitos com o crime organizado, sem dizer como isso foi apurado e, pior, sem mencionar uma só ação de sua pasta para coibir essas ações criminosas? Leviano ao soltar informações casa haja uma investigação séria em curso ou é o vício petista de soltar boatos para jogar suspeitas, principalmente, sobre seus desafetos? 

5.Mania que o povo tem - aqui incluídos povo mesmo, imprensa, representantes de instituições da "sociedade civil organizada", enfim, todo mundo - de gritar pela OAB por tudo e qualquer coisa? Não deviam também gritar pelo CREA ou CFM? Não é tudo entidade de classe, que tem que cuidar do que é pertinente à isso?

Melhor parar. Coisas incompreensíveis demais para meu entendimento de menos. 

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