terça-feira, 12 de julho de 2011

PAGOT. QUEM MAIS LEVOT?

"Todos nós sabemos o que é uma ação desonesta, mas o que é a honestidade, 
isso, ninguém sabe."  Anton Tckekhov

A máxima acima, antes de se pretender uma confissão de falta de princípio, se aplicada às três versões do desgoverno das Trevas, é uma jactância. Já que ninguém sabe o que é honestidade, ninguém precisa dela fazer uso, a saber, obviamente, nas administrações públicas.

A impressionante lista de escândalos em míseros seis meses de desgoverno das Trevas III, tampouco, parará de crescer. Seis meses, para os governantes, é pouco! Adoram falar que precisam de tempo para "arrumar a casa" etc. Não cabe no governo federal, que, afinal de contas, recebeu de herança bendita um país perfeito, modelado pelo Expirado. Não é assim, que foi vendido a todo mundo, na propaganda eleitoral, e que deu à presidente que hoje segue aboletada no Planalto, a vitória? Tudo em ordem, perfeito, só chegar e engatar a quinta marcha do espetáculo do desenvolvimento?

Esperado para depoimento no Senado, nesta terça-feira, Luiz Antonio Pagot, a nova régua que mede a honestidade desse desgoverno, não me causa expectativa de alguma inconfidência a favor da honestidade. A patifaria só tem um limite: o medo da cadeia (da punição, vá lá) e deste medo, não há um só patife desgovernado que padeça. 

Honestidade, ninguém sabe o que é, mesmo! Podemos não ser honestos. É a cara do PT, com seus penduricalhos aliados inclusos. Vamos continuar sem saber o quê (nem quanto) depois de Pagot, quem mais levot. Afinal de contas, eles são honestos: não mentem sem necessidade. A la Tchekhov.

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