segunda-feira, 5 de setembro de 2011

CAI A NOITE


O teu riso é o argumento do destino
Para temperar o desatino
Espanta a nuvem e o nada
Enternece a mão gelada.

No espírito que ri meu mundo foi principiado
Não sei mais da onde ele veio
Vejo teu riso no rosto perfeitamente cinzelado
Expulsa males, trazendo o bem sonhado.

Dá-me o teu riso, nunca te afastes
Guardo-te em minha vida interna
Vontade mergulhada, abraçada pelas pernas
Como da primeira vez que me olhastes.

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