sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

CAI A NOITE




"Porque nunca houve outra que aos meus olhos
E dentro deles se achasse, não como tu
Até descobrir-te perdida por eles.

Tu que me amas, minhas certezas a ti confesso
Tu que me amas, todas as histórias a ti confio
Tu que me amas, nossa relação única a ti declaro
Tu que me amas, pelo verbo conjugamo-nos.

Porque lembrar-me-ei todo o tempo
Do que me tens de melhor, e a mim dedicas
Até que não te esqueças de lembrar.

Tu que me amas, sendo eu este homem peculiar
Tu que me amas, com meus erros e acertos
Tu que me amas, com meus vícios e virtudes
Tu que me amas, por tudo e por nada.

Porque mudamos um o outro, e ao outro
Jamais abandonar-me-ei de ti, não a ti em mim
Tanto gosto e preciso fazer-te sorrir, 


Tu, que me amas."

3 comentários:

  1. Lindo, vou publicar no meu blog.


    Roner Gama

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  2. A poesia é linda, sem dúvida; mas a ilustração é o Ó do Borogodó.

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  3. Delícia de poema, gostoso de ler, imaginar, sentir...

    Semana de doces inspirações para você!

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