sexta-feira, 30 de março de 2012

A LIBERDADE FORMA O HOMEM

自由, آزادی, свободы, freiheit, vryheid, la llibertat, wolność, freedom...
Liberdade, a mais magnífica expressão humana, em qualquer idioma! (BSchopenhauer)



A liberdade não é uma dádiva divina, não é uma concessão de um ser humano a outro, também não é um bem tangível, mensurável... simplesmente, porque a liberdade é, antes de tudo, a essência moral do homem. É ele, encontra-se nele: princípio, meio e fim. 

Aqueles outros seres, ou, mais adequadamente, aquelas coisas que ocupam espaços no mundo, que têm aparência, somente o aspecto externo de seres humanos, sem liberdade, não se revelam mais que um conglomerado de substâncias químicas, fixadas por forças eletrofísicas, que podem assumir formas humanóides, como poderiam, sem dificuldade, mostrarem-se extraterrestres, protozoários, vermes, bactérias, vírus etc. 

Portanto, o homem somente é livre e, com efeito, homem, à medida que se compreende, se define, se constrói a si, para si e por si mesmo. 

[Reedição Veneno Veludo 3 Anos - O Homem Livre, publicado em 05/12/2010]

(Photo: não, não é Google Images!É minha, mesmo: 
da Fantástica Fábrica do Papai Noel, em Gramado)

3 comentários:

  1. QUERIDA REGINA

    PARA QUE A LIBERDADE DA ESSÊNCIA SEJA REALMENTE VERDADEIRA SÓ ROMPENDO OS GRILHÕES DA PSEUDOLIBERDADE IMPOSTA PELO MUNDO EXTERIOR!!!

    Marisa Cruz

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  2. O que é ser livre? O que posso fazer na prática para ser livre?

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  3. Belo texto, excelente tema. Atualíssimo. E tem toda razão o nosso filósofo. O julgamento moral pressupõe necessariamente a liberdade: é somente às ações livres que podemos atribuir louvores ou censuras pois apenas nelas somos responsáveis pelos nossos atos. É ela que me permite ser eu mesmo (me compreender, me definir, me construir, etc, como diz o texto); é apenas nela que posso viver minha dignidade. E mais: fora dela, não há como falar em moral privada e em ética pública. Mas isso já é outro assunto...

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