quinta-feira, 31 de maio de 2012

OS CICLOS DA HISTÓRIA, LULA E AS JUMENTICES EM LOOPING

"O bom senso é a coisa do mundo mais bem distribuída: todos pensamos tê-lo em tal medida que até os mais difíceis de contentar nas outras coisas não costumam desejar mais bom senso do que aquele que têm." [Descartes]



De acordo com as teorias cíclicas da História, o progresso das sociedades humanas desenvolve-se de acordo com grandes ciclos que se repetem ao longo dos tempos, independentemente da vontade dos homens. A explicação cíclica da história teve origem nos pensadores da Grécia Antiga, dos quais Heródoto (o Pai da História, 484-424 AC) e Tucídedes (460-404 AC) são os expoentes bem conhecidos.

A teoria dos ciclos foi retomada por Petrarca (1304-1374), que acrescentou que a história não era o resultado da vontade de Deus, mas sim o resultado da ação humana. Essa é, para mim, um pouco mais aceitável, ainda mais depois de ter recebido a confirmação de Maquiavel, que acrescentou que esses ciclos eram o resultado da estrategia política dos governantes.

Há uma série de acréscimos e variações da teoria dos ciclos, com muita gente interessante contribuindo para ela. Não é a minha preferida, mas estepaiz, desde que mergulhado na Idade das Trevas, faz um esforço hercúleo para me convencer de que esta é a mais lógica das teorias da História, já registrada por pensadores, ao longo dos séculos. 

Desde o primeiro momento em que veio à tona a tentativa de Sua Majestade Looola, o ExPirado Bufão, chantagear o ministro Gilmar Mendes para adiar o julgamento do mensalão, aquele 'episódio' que existiu apenas como um golpe contra o Amado Salvador Destepaiz e seu Governo Redentor, penso em escrever sobre. Quem convive há algum tempo comigo, com o Veneno Veludo e com os nobres e ilustres colaboradores deste blog há um bom tempo, bem sabe que colecionamos opiniões e apontamos fatos óbvios, outros nem tanto, sobre Looola e o que mais gravita em suas adjacências. 

Pois bem, seguindo a teoria dos ciclos, revisito um texto que já foi publicado, há exatos 13 meses atrás. Uso alguns trechos e, além desses parágrafos até aqui, acrescento falas do próprio senhor Luís Inácio, que reforçam a teoria dos ciclos. Comparem-nas com a sua investida contra o STF. Teremos o que a sua coerência incoerente representa para o Estado Democrático de Direito que alguns de nós defendemos, mas que, lamentavelmente, somos os primeiros a apontar: enquanto o PT e sua gente for o PT e sua gente, em essência, nada além de atentados diários contra a Democracia serão registrados na história desse que já foi o Brasil, e agora é Estepaiz, tornado CorruPTópolis. Até que se rompa o ciclo perverso de um bufão em looping. 

As citações de lavra própria do de cujus, abaixo, foram escolhidas por casarem com a conjuntural situação atual: CPMI do Cachoeira, Mensalão, STF, Executivo e Legislativo, além da 'opinião publicada' e da tal 'sociedade civil organizada', que apenas serve para enfeitar discursos de 'pensadores' da esquerda que ora nos domina, e usar disso contra a própria sociedade. Os discursos são do Looola, os grifos são meus.
1. "Eu duvido, não importa o momento da história do Brasil, em que o Estado brasileiro tenha combatido tanto a corrupção como nós estamos combatendo, ou seja, o que foi publicado na imprensa brasileira é resultado da eficácia do Governo que não protege as pessoas acusadas de corrupção, da Polícia Federal e dos procuradores que têm total liberdade para denunciar. Mas o julgamento quem faz não é o presidente da República, mas o Poder Judiciário, e isso é uma garantia do sistema democrático do Brasil e do mundo." [05/07/2007, Bruxelas, Bélgica. Entrevista ao canal France 24]
2. "Hoje nós enfrentamos uma indústria, eu diria até multinacional, do crime organizado. Ele tem o seu braço na política, tem o seu braço na polícia, tem o seu braço no Poder Judiciário, tem o seu braço nos empresários, tem o seu braço internacional. Então, é uma coisa muito poderosa que, de vez em quando, nós vemos na televisão: 'polícia consegue prender (...)'. Aí o que apresenta a televisão? Cinco ou seis 'bagrinhos'. Para onde ia e de onde veio, quem comprou e quem vendeu (a droga, por exemplo) não aparece. Aparecem os 'bagrinhos', ou seja, é sempre a mesma história." [22/04/2003, Vitória - ES. Assinatura de Protocolo de Intenções e repasse de recursos para área de segurança pública].
(As falas abaixo são minhas preferidas. Provas cabais de como "uns são mais iguais que outros", seja pelos contos de réis ou pelo poder de um cargo na República. E que não, imagina, ninguém quer pressionar o 'juiz".)
3. "Nós queremos uma segurança pública em que a Justiça seja igual para todos, e não uma justiça que cuida com mais carinho daquele que tem "alguns contos de réis" em conta bancária. Como dizia Lampião: 'Neste país, quem tiver trinta contos de réis não vai para a cadeia." Muitas vezes, a Justiça não age, enquanto Justiça, no cumprimento da Constituição, que diz que todos são iguais perante a lei. Muitas vezes, uns são mais iguais do que outros, e é o que eu chamo de 'justiça classista'. É uma justiça que favorece uma classe. E é por isso que nós brigamos há tanto tempo, dr. Márcio [sim, o Thomaz Bastos, advogado de Cachoeira, do crime organizado do parágrafo anterior, que foi ministro da Justiça de Looola], pelo controle externo do Poder Judiciário. Não é interferir na decisão de um juiz, mas é pelo menos saber como funciona a "caixa preta" do Poder Judiciário, que muitas vezes parece intocável. E nós achamos que a sociedade brasileira precisa começar a assumir os espaços que lhe são de direito para que as coisas funcionem neste país. E quanto mais fiscalizados formos, mais chances teremos de acertar. Quanto menos fiscalizados, mais continuaremos a cometer os erros que, historicamente, temos cometido." [22/04/2003, Vitória - ES. Op.cit.]
4. "E ninguém precisa ficar zangado, porque ninguém quer tirar poder de juiz. O que nós queremos é apenas assegurar que todos nós sejamos iguais perante a lei. E se o Poder Executivo tem fiscalização e o Poder Legislativo tem fiscalização, por que o Poder Judiciário não pode ter o controle externo da sociedade para que ele possa funcionar? Um juiz, um ministro (dos Tribunais Superiores) conhece mais leis do que nós que não somos juízes. Mas somos iguais. E nós queremos fazer isso para melhorar este país. [20/11/2003, Maceió - AL. Almoço oferecido pelo governador Ronaldo Lessa]

A caricatura é um dos meios mais poderosos de desacreditar, no espírito do povo, o mau governante. É um castigo rude, por exacerbar o que há de pior, de forma crua, apesar do toque do humor. A caricatura comunica o quão insidioso pode ser um governo ou seu representante, de tal forma que é capaz de plantar a ideia de que aquele seja odioso, desprezível. Pois cá, nessas terras morenas de CorruPTópolis, tivemos uma caricatura viva - do tipo versutamente solerte - como presidente da República, e que, ao sair do cargo, só fez por onde ser a caricatura da caricatura, superando-se em estupidez sempre que berra.

Trata-se de um debochado. Não há, dentro daquela criatura, o espírito da moderação, do rigor, do entendimento. Ele não fala, ele regurgita, quando não evacua, palavras e expressões ao bel prazer do teor etílico do momento. Por ora, ninguém pode dizer ao certo qual seja o teor no dia da "conversa" com Gilmar Mendes, uma vez que, supostamente, não deveria ingerir substâncias graduadas em álcool devido ao seu tratamento contra o câncer. Não tenho, por aquela peçonha, nenhum tipo de respeito, na mesma medida em que ele, que ninguém se iluda, não tem nenhum respeito por ninguém nem por nada. Não teve respeito pelo cargo que ocupou - desse sim, por moral e civismo, guardo alguma liturgia. 

Teria, o ExPirado, por sua história - a mentirosa e a realmente mentirosa, escrita por ele mesmo - a obrigação moral de respeitar as instituições democráticas do país. A saber, o STF, através de seus ministros. Prova sua estupidez, desrespeitando-as, porque pode. Sim, elevado à Suprema Potência que não pode receber críticas sob pena de ser acusado, quem o fizer, de preconceituoso, desde que foi eleito em 2002, até agora, Looola tudo pode. Por ter a complacência onanista da imprensa que lhe presta genuflexão, prefere rabiscar a caricatura da caricatura de si próprio. 

Não acredito que haja nestepaiz nem Justiça ou justiça moral do eleitor, ainda, para dar ao senhor Luís Inácio o tratamento que ele mereça. Não acredito em "cidadania" - essas coisas coletivas que me causam arrepios, pelo vazio de ideias que representam - Mas confio, por cristã - católica - que sou, que, acima de todos nós, Deus está, que Ele esteja, e permaneça! E que, dantescamente, Cérbero abra as portas do inferno para aquele andrajo vil, quando for a hora de despejar as suas jumentices junto ao caldeirão do Capiroto. 

Enquanto isso, o indivíduo em questão segue sem moderação. Berra, Looola, berra!


1 comentário:

  1. KKKKKKKKKK É mesmo uma mula cega!!!

    Bjussssss
    Compartilhei e indiquei seu blog lá do Crocantinhas!

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