terça-feira, 11 de março de 2014

DILMA E A COPA DAS VAIAS

"Vaias à presidente Dilma Rousseff, que vive um momento de queda de popularidade."
(Luiz Carlos Jr, narrador do SporTV)



É provável e possível que Dilma Rousseff entre para a história do esporte mais popular do planeta, o futebol, devido à Copa do Mundo de 2014. Por que diz ela que será a #CopaDasCopas? Não, de forma alguma. Antes, porque deve ser a primeira chefe de estado - e chefe de governo - de um país sede que não discursará na abertura do Campeonato Mundial da Fifa, um discurso que faz parte do protocolo oficial da competição. Joseph Blatter, o presidente da entidade, revelou que não haverá discursos na abertura do Mundial no Itaquerão, o estádio de futebol que Lula, o criador da criatura, pessoalmente destinou ao seu time de coração (cuja torcida nada tem a ver com isso, é bom frisar).

"Vamos fazer a cerimônia de uma maneira que não aconteçam discursos", sentenciou o comandante da Fifa, mas a decisão não partiu dele, e sim do Palácio do Planalto. Por medo das vaias, Dilma entrará muda e sairá calada da cerimônia de abertura. Pois Dilma e a sua assessoria de campanha de reeleição sabem que uma das causas da sua popularidade ter despencado é o sentimento que o brasileiro já tem do "efeito Copa". 

"De tudo o que foi prometido em termos de infraestrutura para a Copa, 23% de obras ficaram no meio do caminho, por incompetência do governo federal." Esta afirmação contundente é do candidato de oposição à Dilma, senador Aécio Neves: o eleitor brasileiro sabe que quanto mais "Copa das Copas" com a chancela da incompetência e da corrupção que é característica do PT, menos segurança nas ruas, menos escolas minimamente decente para seus filhos, menos hospitais e remédios para a saúde da população. 

O tal "legado da Copa" é certo. Para a Dilma é a certeza absoluta das vaias. 

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2 comentários:

  1. Copa das Copas, é? Copa da Corrupção, isso, sim. E tome fuga!

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  2. Mal posso aguardar este momento! Ela será vaiada de qualquer forma, presente ou não.

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